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sábado, 19 de fevereiro de 2011

O dia em que a mata ardeu

Como este ano (2011) comemoramos o ano internacional das florestas, alguns alunos estão a ler este livro do nosso amigo José Fanha. Vamos lá todos ler este livrinho simpático na nossa biblioteca.
Livro de José Fanha " O dia em que a mata ardeu" com ilustrações de Maria João Gromicho


"...O dia em que a mata ardeu é um livro para crianças como eu. Este livro conta-nos a tragédia de um incêndio na mata provocado por uma família de pássaros Bisnaus – que qualquer biólogo mais conhecedor da vida selvagem e dos livros do Fanha os conhece. Mas antes de chegarmos ao incêndio da mata, o José Fanha convida-nos a dar um passeio pela “…minha mata” acrescentando “Minha, minha, não é. Isto é só uma maneira de dizer… Como toda a gente sabe, a natureza não tem dono.” Um passeio com um poeta pela mata é sempre o melhor passeio, pois o Fanha conta-nos, com palavras muito especiais, todos as sensações, sons, texturas, cores etc. E ainda “Na minha mata, que é minha e de toda a gente, tenho alguns amigos especiais: O meu amigo esquilo Rabo Alçado e a sua família saltitona, o veado Venceslau com as hastes enormes, o Coelho Coisa Fofa com os 256 filhos da última ninhada, a coruja Miquelina, o ouriço Olegário e até um ratinho muito simpático chamado Zé Manel.” “Gosto de todas as árvores e plantas da minha mata. Sou amigo dos animais. Ouço a música que o vento faz entre os ramos, vejo a luz que atravessa a folhagem e sinto-me feliz!”. A história (tragédia) começa com um passeio desses pássaros Bisnaus à mata e vejam bem como este pássaros não são tão raros como nós queríamos desejar “Em vez de virem a pé, entraram com o carro pela mata dentro, a deitar fumo para o ar e com o rádio a fazer punca-punca-punca, punca-punca-punca, punca-punca-punca tão alto que até as nuvens tiveram de tapar os ouvidos para não ficarem malucas.” e ” Mal se instalaram, puseram-se logo a fazer porcaria. A filha Bisnica desembrulhou 19 hambúrgueres e encheu-os de molhos amarelos, azuis, verdes e vermelhos. O filho Bisneco comeu 32 pacotes de batatas fritas,…” e assim continuam os hábitos alimentares desses passarocos que no final atiraram todo o lixo para o chão e “O pai, de barriga a rebentar, sentou-se encostado a um tronco e pôs-se a fumar.” Já sabem onde isto foi parar..."
Retirado do site geometricas

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